segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Aileen Wuornos


Aileen Wuornos foi uma prostituta considerada a primeira mulher serial killer dos Estados Unidos. Ela matou 7 homens na Flórida entre 1989 e 1990 atirando a queima roupa em todos e alegando legitima defesa, pois esses homens haviam tentado estuprá-la enquanto estava trabalhando.

Nascida Aileen Carol Pittman, em Rochester, Michigan, em 29 de fevereiro de 1956, teve uma infância problemática devido aos pais adolescentes. Em 1960, sua mãe, Diane Pratt, tinha 14 anos quando se casou com seu pai, Leo Dale Pittman em 3 de Junho de 1954. Em 14 de março de 1955, o casal teve seu primeiro filho, Keith. E Menos de dois anos depois do casamento, e dois meses antes Aileen nascer, Diane pediu o divórcio. 

Em janeiro de 1960, quando Aileen tinha quase quatro anos, Diane (sua mãe) a abandonou junto com seu irmão, deixando-os com seus avós maternos, Lauri e Britta Wuornos, que legalmente adotaram Keith e Aileen em 18 de Março de 1960. Aileen nunca chegou a conhecer seu pai. Ele foi preso e diagnosticado com esquizofrenia, mais tarde condenado por crimes sexuais contra crianças, e, eventualmente, se enforcou na prisão em 30 de janeiro de 1969. 


Com 11 anos, começou prática de atividades sexuais na escola em troca de cigarros, drogas e alimentos. Ela também havia se envolveu sexualmente com o próprio irmão. Certa vez Aileen alegou que seu avô alcoólatra tinha abusado sexualmente e a espancado quando era criança. 

Em 1970, aos 14 anos ela engravidou e não se sabe ao certo se o pai era o próprio irmão ou não. Porém o bebê nasceu em uma casa para mães solteiras em 23 de março de 1971 e foi colocado para adoção. Poucos meses depois de seu bebê nascer, ela saiu da escola na época em que sua avó morreu de insuficiência hepática. Em 1971, aos 15 anos, seu avô a colocou para fora da casa, e ela começou a trabalhar como prostituta, em lugares diversos, e cometendo pequenos delitos.

Normalmente utilizava apelidos como: Sandra Kretsch, Lee Blahover, Lori Grody e Cammie Greene. Em 27 de maio de 1974 foi detida no Condado de Jefferson, Colorado, por dirigir bêbada e atirar com uma pistola calibre 22 a partir de um veículo em movimento. Em 1976, enquanto pegava carona para a Florida conheceu o presidente do Iate Club Lewis Gratz Fell, de 69 anos com quem acabou se casando. O anúncio de seu casamento foi impresso nas páginas da coluna social do jornal local. Mas o matrimônio durou pouco. Continuamente se envolvendo em brigas no bar local, Aileen acabou sendo presa por roubo. Depois agrediu Lewis com sua própria bengala o que acabou lhe rendendo uma ordem de restrição contra ela. O casamento foi anulado em 21 de julho após nove semanas de casados. 

Aileen e Gratz Fell
Tambem em 1976, seu irmão, morreu de câncer e ela herdou então dez mil dólares de seu seguro de vida, que rapidamente gastou em luxos e em um carro novo. Ailleen teve varia outras apreensões que ocorreram por uso de cheques sem fundo, roubar uma arma, dirigir sem licença, resistência à autoridade, falsidade de informação, roubo de carro, excesso de velocidade, intimidação, etc.

Depois de tudo isso, Aileen passou a frequentar um bar gay onde conheceu e passou a se relacionar com Tyria Moore, com quem permaneceu por 4 anos. Elas se sustentavam com uma renda apertada conseguida com a prostituição de Aileen e alguns crimes. A cumplicidade de ambas as conduziu para o vandalismo, a violência e o ódio. Um ano depois sua conduta ficou absurdamente incontrolável, levando continuamente uma arma na bolsa. 

Sua primeira vítima foi Richard Mallory, um eletricista de 51 anos encontrado no dia 13 de dezembro de 1989 perto de Daytona Beach morto com três tiros, e que ela alegou ter matado em legítima defesa. Dois dias depois, o vice-xerife do condado de Volusia, Florida, foi encontrado dentro do veículo abandonado de Mallory. Em 13 de dezembro, o corpo de Mallory foi encontrado a várias milhas de distância em uma área arborizada; ele tinha sido baleado várias vezes, duas balas atingiram o pulmão esquerdo e foram apontadas como a causa da morte. Foi por esse assassinato que Aileen inicialmente foi condenada.

Seis meses depois em 1 de junho de 1990, outro homem foi morto com seis tiros, seu corpo nu foi encontrado ao longo da estrada 19 em Citrus County, Florida. Outros cinco homens: Charles Carskaddon, Peter Siems, Eugene Burress, Dick Humphreys e Walter Antonio, também foram mortos por Aileen em circunstancias parecidas.

Aileen e Tyria foram encontradas através de denúncias, depois que se envolveram em um acidente com o carro de uma de suas vitimas. A policia também encontrou pertences das vitimas em loja de penhores, e impressões digitais que se confiram ser de Aileen, pois ela tinha uma ficha criminal na Flórida, e suas impressões digitais estavam no arquivo para consulta.

Tyria Moore
Em 9 de janeiro de 1991 Aileen foi presa em um bar de motoqueiros em Volusia County. Tyria foi localizada pela policia no dia seguinte e concordou em ajudar a policia, a obter uma confissão de Aileen, em troca de imunidade. Sob a orientação da polícia, ela fez inúmeras chamadas telefônicas para Aileen, pedindo ajuda a limpar o seu nome. Três dias depois, em 16 de Janeiro de 1991, Aileen confessou os assassinatos. Ela afirmou que os homens tinham tentado estuprá-la e ela os matou em legítima defesa.

Aileen obteve uma sentença em 14 de janeiro de 1992, e outra em 27 de janeiro do mesmo ano. Em sua sentença, psiquiatras testemunharam que Aileen estava mentalmente instável e tinha sido diagnosticada com transtorno de personalidade borderline e transtorno de personalidade antissocial. Quatro dias mais tarde, ela foi condenada à morte. Ao todo Aileen recebeu seis sentenças de morte entre 1992 e 1993.

Aileen contou várias histórias inconsistentes sobre os assassinatos. Inicialmente alegou legitima defesa em todos os assassinatos, mas depois mudou sua versão alegado desejo por roubar e não deixar testemunhas. Durante uma entrevista com câmeras desligadas, ela disse a ele que era, de fato, autodefesa, mas ela não podia suportar estar no corredor da morte, e queria morrer.


Em uma petição de 2001 a Suprema Corte da Flórida, ela declarou a sua intenção de demitir seu advogado e terminar todos os recursos pendentes. "Eu matei aqueles homens", escreveu ela, "e roubei-lhes a sangue frio”. E eu faria isso de novo. Não há nenhuma chance de me manter viva ou qualquer coisa, porque eu mataria novamente. Eu tenho ódio correndo pelos meus sistemas... Eu estou tão cansada de ouvir "ela é louca" e essas coisas. Eu fui avaliada tantas vezes. Eu sou completamente sã e eu estou tentando dizer a verdade. Eu sou aquela que seriamente odeia a vida humana e mataria de novo. Enquanto seus advogados argumentavam que ela não era mentalmente competente para fazer tal pedido, Aileen insistiu que ela sabia o que estava fazendo, e um grupo nomeado pelo tribunal de psiquiatras concordaram.

Nas semanas antes de sua morte Aileen ainda denunciou a penitencia de estar sabotando sua comida, fazendo tortura sonora e psicológica para fazer-lhe parecer louca. E que a mídia a policia e a justiça estavam condenando uma mulher estuprada a morte, para vender livros filmes e etc. Suas ultimas palavras para os repórteres que a entrevistaram foi: "muito obrigada, sociedade, ferraram minha bunda."


A execução de Aileen aconteceu no dia 9 de outubro de 2002. Ela morreu as 9:47, e pediu " Frango Frito do Kentucky com batatas fritas", como sua última refeição. O corpo Aileen foi cremado, e suas cinzas foram espalhadas sob uma árvore nativa em Michigan, e também solicitou que a canção de Natalie Merchant "Carnival" fosse tocada em seu funeral.


Fontes: wikipedia
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sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Giovanni Aldini, O Original "Doutor Frankestein"


Giovanni Aldini (Bolonha, 10 de abril de 1762 - Milão, 17 de janeiro de 1834), foi um físico italiano, irmão do Conde Antonio Aldini e sobrinho de Luigi Galvani, cujo tratado sobre eletricidade muscular foi editado por ele, com notas, em 1791.

Tornando-se professor de Física em Bolonha em 1798, seu trabalho científico foi focado principalmente no galvanismo e suas aplicações médicas, incluindo assim a construção e iluminação de faróis, bem como experiências para a preservação da vida humana e objetos materiais frente a destruição pelo fogo. Giovanni ajudou a montar um grupo de cientistas em Bolonha para fazer experimentos nesta área, envolvendo o uso terapêutico de correntes elétricas. Esses experimentos levaram Giovanni a criar um dos mais macabros espetáculos já vistos. 

Viajando por toda a Europa, Giovanni coreografou inúmeras e horríveis mostras teatrais. Multidões pagavam para assistirem com olhares horrorizados enquanto Giovanni eletrificava uma variedade de partes de pedaços humanos e animais. Giovanni promovia manifestações espetaculares e arrepiantes, produzindo convulsões espasmódicas dos músculos de braços, pernas e contrações dos músculos faciais de cabeças humanas decepadas. Usando os restos decepados de animais e seres humanos e a corrente elétrica de uma bateria poderosa, Giovanni fazia com que olhos virassem, mandíbulas se abrirem e dentes rangessem. 


Um espetáculo verdadeiramente apavorante, testemunhas relatavam não conseguir afastar a sensação de que as "vítimas" realmente tinham acabado de ser trazidas de volta à vida, apenas para sofrer novamente. 

A fama de Giovanni cresceu exponencialmente após uma demonstração que fez em 1803 no Royal College of Surgeons, em Londres, Inglaterra. Na ocasião, Giovanni usou a eletricidade no corpo de um criminoso chamado George Foster, que havia sido executado por enforcamento. Os experimentos de Giovanni provocaram contrações musculares no cadáver e espanto e horror na audiência. Algumas pessoas chegaram a exigir um novo enforcamento do homem, já que ele tinha "voltado à vida".


Em sua época, ele não foi considerado um "cientista louco" especialmente porque que o imperador da Áustria, em reconhecimento das suas realizações, fez de Giovanni um cavaleiro da Coroa de Ferro e conselheiro de estado de Milão, local onde veio a falecer posteriormente. Além disso, utilizando o método do galvanismo, Giovanni foi capaz de tratar pessoas com doenças mentais tais como a esquizofrenia e também a depressão crônica, utilizando estímulos elétricos cerebrais para o tratamento dessas doenças. Por tal feito, Giovanni tornou-se um dos pioneiros neste tipo de tratamento que foi aperfeiçoado com os anos e ainda é um dos mais eficazes no tratamento de doenças mentais por oferecer baixo risco a saúde.

Os seus experimentos inusitados como a animação de cadáveres humanos e animais lhe garantiram inúmeros apelidos, inclusive esses experimentos foram a inspiração para a criação do tão famoso Frankenstein.


fontes: http://listverse.com/
wikipedia
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segunda-feira, 19 de setembro de 2016

A tragica Morte de Sylvia Likens



Sylvia Marie Likens, foi uma adolescente norte-americana torturada até a morte por Gertrude Baniszewski, seus filhos e diversas outras crianças da vizinhança. Seus pais eram atores circenses e deixaram Sylvia e sua irmã Jenny aos cuidados da família Baniszewski três meses antes da sua morte em troca de 20 dólares por semana. Sua tortura e assassinato foram descritos pelo procurador público do caso como o "mais terrível crime cometido no estado de Indiana"

Nascida em Lebanon, Indiana em 3 de janeiro de 1949, Sylvia era a terceira filha de um casal de atores circenses, Betty e Lester Likens. Ela era filha do meio entre dois conjuntos de gêmeos (Diana e Daniel dois anos mais velhos), e (Jenny e Benny um ano mais novos) que Sylvia. O casamento dos pais de Sylvia era instável, eles viviam se mudando, e a garota constantemente era obrigada a ficar com parentes ou conhecidos quando seus pais estavam em turnê com o circo. 

Aos 16 anos, Sylvia ja tinha morado em 14 endereços diferentes. Antes ela era deixada na casa da avó ou viajava com os pais quando eles não encontravam ninguém para cuidar dela e da irmã Jenny. Em 1965, Sylvia e Jenny estavam morando com a mãe em Indianápolis, mas ela viajou com o circo e deixou as meninas aos cuidados do pai. A assim como a mãe, o pai tambem seguiu viagem com o circo e acabou deixando as filhas sedo cuidadas Gertrude Baniszewski, mãe de Paula Baniszewski, uma garota que Sylvia e Jenny haviam conhecido. Apesar de Gertrude e suas sete crianças serem pobres, Lester Likens, disse em seu depoimento que não entrou na casa para ver suas condições em que iriam receber as filhas, mas encorajou Gertrude a "endireitar suas filhas assim como fazia com as próprias crianças".

Abuso e Morte


Gertrude, descrita pelo jornal Indianapolis Star como uma mulher anêmica e depressiva, fruto do stress de casamentos fracassados, que começou a descontar sua raiva nas irmãs Likens, batendo nas duas quando o primeiro pagamento chegou atrasado. Ela acusou Sylvia de ter roubado doces de um supermercado, doces que ela na verdade havia comprado, e humilhou a garota quando ela admitiu que tinha um namorado. Ela chutou Sylvia nos genitais e a acusou de estar grávida. Paula (a filha mais velha de Gertrude), era quem estava grávida na época, também a derrubou Likens e a chutou no chão. No julgamento foi provado, em contrapartida da defesa de Gertrude, que Sylvia nunca ficou grávida.

No colégio, Sylvia foi acusada de fazer fofocas sobre Stephanie e Paula Baniszewski, acusando-as de serem prostitutas. Este foi, supostamente, o motivo do namorado de Stephanie, Coy Hubbard, atacar Sylvia fisicamente. Gertrude começou a encorajar Coy e outras crianças da vizinhança a atormentar Sylvia , incluindo, entre outras coisas, queimar sua pele com cigarros e a fazendo tirar a roupa e a forçando inserir uma garrafa de Coca-Cola em sua vagina.

Após isso, Gertrude começou a agredir Sylvia frequentemente, até que a garota foi retirada da escola e não lhe foi mais permitido sair de casa. Quando Sylvia urinou em sua cama, foi trancada no porão da casa e proibida de usar o banheiro. Mais tarde, ela foi obrigada a consumir a urina e as fezes espalhadas pelo porão. Nesse período, Gertrude começou a tatuar no dorso de Sylvia a frase "I'm a prostitute and proud of it!" com uma agulha aquecida. Como Gertrude não conseguiu terminar a frase, Richard Hobbs a finalizou.


Sylvia tentou fugir poucos dias antes da sua morte, após ouvir um plano de Gertrude em deixá-la morrer em um bosque das redondezas. Todavia, Sylvia foi pega por Gertrude, e como punição foi amarrada no porão onde comeu somente biscoitos secos. Em 26 de outubro de 1965, após múltiplas escoriações, ela morreu de Hemorragia cerebral, segundo o relatório médico. Assim que Stephanie e Richard perceberam que Sylvia não estava respirando, Stephanie tentou aplicar respiração boca-a-boca até perceber que ela estava morta.

Julgamento


Gertrude mandou Richard chamar a policia, que teve acesso a uma carta a qual Sylvia tinha escrito alguns dias antes, obrigada por Gertrude, a qual dizia que ela havia feito sexo com um grupo de jovens por dinheiro, e que eles a levaram de carro, bateram nela, a queimaram e tatuaram a frase no seu dorso. Antes da Polícia ir embora, Jenny Likens parou um dos policiais e sussurrou: "Me tire daqui e lhe contarei tudo."

Durante o conturbado julgamento, Gertrude negou qualquer responsabilidade pela morte de Sylvia, alegando insanidade mental. Segundo seu depoimento, ela afirmou que estava muito doente para tomar conta de suas crianças. Os advogados dos menores envolvidos (Paula e John Baniszewski, Richard Hobbs e Coy Hubbard) afirmaram que eles foram pressionados por Gertrude a cometer as torturas. Quando Marie Baniszewski, a filha de onze anos de Gertrude, foi convocada como testemunha de defesa, ela mudou o discurso e admitiu que havia sido forçada pela mãe a aquecer o alfinete com o qual Richard tatuou na pele de Sylvia e que havia visto a mãe agredir a garota no porão.

Em 19 de maio de 1966, Gertrude foi condenada pela prática de assassinato em primeiro grau, porém foi poupada da pena de morte, e condenada à prisão perpétua. Sua filha Paula, que deu à luz uma menina durante o julgamento, a qual deu o nome de Gertrude em homenagem a mãe, foi condenada por assassinato em segundo grau e também pegou prisão perpétua. Richard Hobbs, Coy Hubbard e John Baniszewski foram enviados para um centro juvenil, onde ficaram dois anos presos.

Em 1971, Paula e Gertrude foram julgadas novamente. Paula confessou sua culpa e foi solta dois anos depois. Gertrude, todavia, foi novamente condenada por assassinato em primeiro grau. Ela conseguiu condicional em 1985, apesar da indignação pública e de pedidos contra sua libertação.

Gertrude mudou seu nome para Nadine van Fossan e se mudou para Iowa, onde morreu de câncer no pulmão em 16 de junho de 1990.

Conta-se que Jenny Likens, que estava casada e morando em Beech Grove, Indiana, viu o obituário de Gertrude no jornal e escreveu para sua mãe uma carta: "Boas notícias: a maldita Gertrude morreu. Ha ha ha! Estou feliz com isso". Jenny Likens morreu de infarto do miocárdio em 23 de junho de 2004, com 54 anos. A casa no endereço 3850 East New York Street onde Sylvia foi torturada, ficou abandonada nos 44 anos desde o crime até que foi finalmente demolida em 23 de abril de 2009.


Destino
Richard Hobbs morreu de câncer de pulmão com 21 anos, quatro anos depois de deixar o reformatório.

Após o massacre na Westside Middle School, John Baniszewski, chamando a si próprio de John Blake, fez uma declaração dizendo que jovens criminosos não são irrecuperáveis, descrevendo como ele conseguiu superar seu passado de crimes. Ele morreu em um hospital de Lancaster, Pensilvânia, em decorrência de complicações de diabetes, em 19 de maio de 2005. Estava com 52 anos, sendo casado e pai de três filhos.

Coy Hubbard, o namorado de Stephanie Baniszewski que usou golpes de judo contra Sylvia, passou a vida saindo e entrando na cadeia, tendo sido acusado tempos depois de assassinar dois homens. Ele morreu com 56 anos de ataque do coração em 23 de junho de 2007 em Shelbyville, Indiana. Ele tinha uma esposa, cinco filhos, dezessete netos e um bisneto.

Paula Baniszewski, que foi presa junto da mãe com dezessete anos, foi condenada à vinte anos de prisão. Enquanto presa, deu à luz uma menina (inicialmente chamada Gertrude) que mais tarde foi adotada. Ela realizou uma tentativa fracassada de fuga da prisão em 1971. Em 1972 recebeu condicional e assumiu uma nova identidade. Ela acabou casando e tendo dois filhos; últimos indícios afirmam que ela vivia em uma fazenda em Iowa, com relatos recentes afirmando que estava morando na cidade de Marshalltown, ainda em Iowa.

No ano de 2012, uma assistente escolar no estado de Iowa foi suspensa da escola de nível médio do distrito. Segundo consta, ela trabalhava no local como professora substituta desde 1996. Após uma denúncia anônima, que começou com um rumor postado no facebook, foi denunciado para a polícia que a mulher chamada de Paula Pace era na verdade Paula Baniszewski, e que queriam que as pessoas soubessem de seu passado criminoso. A administração não informou o motivo da suspensão de Pace, mas reuniões foram agendadas para discutir o caso. Após uma investigação, Pace foi demitida pela prefeitura de Conrad. Segundo o representante da prefeitura, ela teria dado informações falsas durante o processo de contratação, e se recusou a dar mais explicações.

As acusações de participação de Stephanie Baniszewski, segunda mais velha, na morte de Sylvia foram retiradas depois que ela colaborou com a justiça. Ela virou professora e teve vários filhos. 

As acusações de participação no crime de Anna Ruth Siscoe, Judy Darlene Duke, Michael John (Mike) Monroe, e Randy Gordon Lepper foram retiradas. Randy Lepper morreu em 14 de novembro de 2010 em Indianapolis com 56 anos. 

Em 10 de maio de 2015, a irmã de Sylvia, Diana, agora usando o nome Dianna Bedwell e seu marido Cecil Knutson foram declarados desaparecidos por seu filho, Robert Acosta. Dianna e Cecil foram visto jogando em um dos casinos em Valley View, na California. Ambos foram gravados pelas câmeras de segurança deixando o local por volta das duas da manhã por carro, não aparecendo na casa do filho em La Quinta. Acosta contactou a polícia e apareceu na mídia pedindo informações sobre o paradeiro de seus pais. Quinze dias depois, em 25 de maio, o casal foi encontrado em uma parte remota da Califórnia. Cecil havia morrido, e Dianna estava severamente desidratada após sobreviver apenas de água de chuva e algumas sobras de comida. Diana foi levada de helicóptero para o hospital, tendo relatado aos investigadores que ela e o marido estavam buscando um atalho quando se perderam e atolaram o carro.


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sexta-feira, 16 de setembro de 2016

A Maldição de Carl Pruitt


A história da maldição da sepultura de Carl Pruitt remonta a uma tarde, em 1938, no Condado de Pulaski, Kentucky. Pruitt voltava para casa depois de um cansativo dia de trabalho e esperava encontrar sua esposa na cozinha. Em vez disso, ele a encontrou em um quarto com outro homem. Enfurecido, Pruitt pegou uma corrente e começou a estrangulá-la e seu amante aproveitou a oportunidade para fugir do local. Após matar sua esposa, Pruitt cometeu suicídio.

A família da esposa de Pruitt recusou-se a perdoá-lo, e por isso ele foi enterrado em um cemitério diferente do de sua esposa, e em uma cidade diferente. Os visitantes do cemitério notaram que havia algo estranho com o túmulo de Pruitt. havia uma descoloração que parecia círculos, e então eles começaram a ligar em conjunto, fazendo parecer que havia uma corrente na lápide. 

A descoloração estranha chamou a atenção de algumas pessoas, incluindo um grupo de jovens rapazes que andavam de bicicleta pelo cemitério cerca de um mês depois que a corrente tinha se formado. Para impressionar seus amigos, um menino jogou uma pedra na lápide. Enquanto o menino voltava para casa, houve um acidente e a corrente da sua bicicleta acabou se soltando, enrolou em seu pescoço e acabou estrangulando-o até a morte.

A mãe do menino ficou obviamente, devastada e decidiu descontar na lápide de Pruitt. Ela pegou um machado e golpeou a um número de vezes. No dia seguinte, ela estava pendurando roupa quando o varal de alguma forma arrebentou e enrolou em torno de seu pescoço a estrangulando tambem. Quando sua morte foi investigada, o machado foi encontrado com pó de pedra nele e ele estava amassado, mas lápide de Pruitt continuava intacta. Pouco tempo depois, um fazendeiro estava andando em uma carroça com sua família e passou pelo cemitério. Por alguma razão tola, ele decidiu disparar sua pistola na lápide de Priutt. Os tiros assustaram os cavalos, levando-os a acelerar. A família do fazendeiro saltou da carroça, mas o fazendeiro tentou tomar as rédeas até que ele foi jogado para fora da carroça e uma rédea enrolou no seu pescoço, estrangulá-o.

Depois de tudo isso, dois policiais, que estavam convencidos essa coisa de maldição não fazia sentido, foram até o cemitério e tiraram fotos de si no domínio da sepultura de Pruitt. Enquanto se afastavam, uma luz brilhante começou a segui-los e eles tentaram ganhar distancia em alta velocidade. E isto levou eles a sairem da estrada, batendo em uma cerca. O oficial no banco do passageiro foi jogado para fora do carro, mas sobreviveu. Seu parceiro, por outro lado, quase foi decapitado por uma corrente entre os dois postes da cerca.

Durante a década de 1940, a maioria das pessoas passaram viver longe do cemitério por medo de perder a sua própria vida. Mas nem todo mundo o fez. Um homem entrou no cemitério e começou a quebrar a lápide com um martelo. As pessoas podiam ouvir o barulho que martelo fazia contra a lápide e, que em seguida, foi substituída por gritos gelar o sangue. As pessoas da cidade foram ate o cemitério e encontraram o homem morto no portão. Aparentemente, ele estava assustado com alguma coisa e fugiu. Quando ele chegou até a saída, a corrente utilizado para fechar as portas de alguma forma enrolaram em torno de seu pescoço e estrangulou-o até a morte. Depois essa morte, os corpos foram removidos do cemiterio aos poucos, uma empresa de extração removeu todas as lapides e no ano de 1950  a lápide de Pruittfoi totalmente destruída e não se soube de mortes disso.

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segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Phi Tai Hong


Segundo o folclore tailandês, os Phi Tai Hong são espíritos vingativos e inquietos de pessoas que tiveram mortes violentas, cruéis ou foram enterradas sem passar pelos devidos rituais fúnebres. 

Diz-se que esses fantasmas são muito perigosos porque são geralmente cheio de ressentimento e podem facilmente matar pessoas. Eles procuram se vingar de seus assassinos e as pessoas que estejam próximas aos assassinos também correm perigo. Durante o século XIV, os livros legislativos ordenavam que, em casos de assassinato, a vítima deveria ser enterrada no quintal da casa do assassino, para que assim ela pudesse assombrá-lo durante a vida. 

Como consequência, os Phi Tai Hong estão entre os fantasmas mais temidos, especialmente na forma conhecida como Tai Thang Klom ou Tai Thong Klom, que é o fantasma de uma mulher que morreu junto com sua criança em seu ventre e que tem a força dela somada à do filho não nascido. Existem muitos casos na Tailândia em que as pessoas afirmam que tais espíritos são reais. 


Os lugares com mais registros de Phi Tai Hong são aqueles onde houveram guerras, catástrofes e casos de muitas mortes em sequência. Os moradores chegam a construir santuários nessas regiões, na tentativa de espantar os fantasmas indesejados. 

A cultura tailandesa acusa este espírito letal como um dos fantasmas que assombram casas, e um dos mais difíceis de exorcizar. Exorcismos podem ser muito complicados, e envolvem cerimônias complexas. Histórias sobre este tipo de espírito e as cerimônias de exorcismo que são necessários para ser livre a partir deles são populares em publicações tailandesas.

Fontes: Wikipedia
MegaCurioso
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