segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

03:00h - A Hora do Demônio



Segundo conta-se na sabedoria popular os demônios tem uma hora em que eles estão mais fortes na terra, uma hora onde eles andam livre sobe a terra , e esta hora é três da madrugada.

Em muitos filmes que a abordam a temática de magia negra ou demônios, as 03:00h da madrugada é bem evidenciada. E isso não é a toa, pois para muitos estudiosos do sobrenatural, essa é a hora em que os demônios estão livres para vagar pela terra e é nesta hora que as pessoas estão mais sensíveis a atividades paranormais, dando assim uma vantagem maior para os demônios.

Segundo a crença popular 03:00 da madrugada seria a hora oposta ao horário que Jesus morreu, 3 da tarde. E esta hora tornou-se símbolo de cristo, então a hora oposta é tida como maligna. E assim como as 3 da madrugada, todo tipo de sinal sobrenatural ou barulho estranho repetido 3 vezes pode ser interpretado como zombaria a Santíssima Trindade: Pai, Filho e o Espírito Santo.

Algumas pessoas tem verdadeiro pavor de acordar ou simplesmente olhar para o relógio as 03:00 da madruga, temem que seja um pressagio para algo ruim. Ao ver o relógio marcando esse horário deve-se orar para afastar o mal. Uma curiosidade que poucos sabem é que a antiga e esquecida tradição das fotos "post mortem" (após a morte) eram tiradas entre 03:00am e 03:59 am, pois esperava-se conseguir fotografar algo além nessas fotos.

Nos Estados Unidos a opinião é diferente, pois eles não usam o relógio de 24 horas, mas sim o de 12, e escrevem na frente da hora o AM e o PM, que significam, respectivamente, “Ante Meridium” e “Post Meridium”, isto é, antes e depois do meio-dia (em inglês, “before midday” ou “after midday”). ex: 2:00 AM = 2:00 h (duas da madrugada) 2:00 PM = 14:00 h (duas da tarde). Jesus teria morrido às 15 horas, e 15 é o número místico de Satanás Para o mago esotérico Mr. Tlaloc é um erro afirmar que 03:00 P.M (três da tarde) é o horário da trindade, afinal 03:00 pm equivale às “15:00h” e 15 é o número místico de SATANÁS e “15 no TAROT é o Diabo”. 

Portando o horário da TRINDADE é 03:00 h da manhã e 15:00 h é o horário do Diabo. Exatamente o contrário da crença da maioria dos pesquisadores. Tlaloc continua sua explicação dizendo: “Compreendo que nos EUA não se usa o termo 15:00h e sim 03:00 pm, porém você acha correto dar o “primeiro” 3° horário do dia para o diabo, e dar para a Trindade o último 3° horário?? Claro que não! Para Deus devemos dar a “Primeira Terceira hora do dia” ora. Portanto 3:00 da manhã é o horário da TRINDADE.”

Adaptado de: http://wicca.jornale.com.br/
                      http://ideianoescuro.blogspot.com.br/
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segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Sawney Bean e sua Família Canibal


Alexander "Sawney" Bean era o cabeça de uma familia de 48 membros que supostamente fora executados pelos assassinatos em massa e canibalização de mais de 1.000 pessoas.

De acordo com a lenda Sawney era escocês e nasceu em East Lothian, durante o ano de 1500. Ele pertencia uma família de escavadores. Sawney tentou assumir o negócio da família, mas logo percebeu que tinha pouco gosto pelo trabalho honesto. Ele conheceu uma mulher chamada Black Agnes Douglas com quem saiu de casa e que aparentemente, compartilhou suas inclinações. O casal acabou indo morar em uma caverna no litoral Bennane Head entre Girvan e Ballantrae onde viveram secretamente durante cerca de vinte e cinco anos. A caverna tinha de 200 metros de profundidade e durante a maré alta a entrada ficava bloqueada pela água.

Inicialmente, Sawney e a mulher se dedicaram a matar viajantes, e ficavam apenas com o dinheiro, não furtavam os bens, para não serem investigados. Posteriormente os dois tiveram filhos, foi quando começaram a matar, e roubar para sobreviver. Eles acabaram gerando mais filhos formado um total de 8 filhos e 6 filhas. E esses filhos através de relações incestuosas, tiveram mais 18 netos e 14 netas. 


Com o crescimento da familia, o dinheiro roubado de viajantes não era mais suficiente, e sem a inclinação para o trabalho regular, a familia se manteve por meio de emboscadas durante à noite para roubar e matar indivíduos sozinhos ou em pequenos grupos. Os corpos eram trazidos para a caverna onde eles eram desmembrados e comidos. As sobras eram postas em conserva, e partes do corpo descartadas, eram jogadas em praias próximas. Os ataques eram sempre noturnos e todos da familia participavam, para evitar que a vitima escapasse. 

As partes do corpo e desaparecimentos não passaram despercebidos pelos moradores locais, mas os Beans ficavam nas cavernas durante o dia e eram tão secretos que os moradores não tinham conhecimento que eles viviam nas proximidades.

Uma noite os Beans emboscaram um casal que estava montando em um cavalo, mas o homem era hábil em combate, e conseguiu escapar usando uma espada e pistola. A mulher não teve a mesma sorte e foi morta por espancamento quando caiu do cavalo durante o ataque. Antes que pudessem levar o marido resistente, um grande grupo de pessoas apareceu na trilha e os Beans fugiram. Com a existência dos Beans finalmente revelada pelo homem as autoridades, não demorou muito para que o Rei James VI da Escócia (mais tarde James I da Inglaterra) ouvisse falar das atrocidades e decidisse ir em uma caçada com uma equipe de 400 homens e vários cães de caça. Eles logo encontraram os Beans em sua caverna esquecida. E a caverna estava repleta de restos humanos, tendo sido palco de muitos assassinatos e atos de canibalismo.

A familia foi capturada viva e levada acorrentada para a prisão Tolbooth em Edimburgo, em seguida, transferidos para Leith ou Glasgow, onde foram prontamente executados sem julgamento. Os homens tiveram seus órgãos genitais, mãos e pés cortados e foram deixados sangrando até a morte. As mulheres e crianças, depois de assistir os homens morrem, foram queimados vivos. 


Sawney Bean é muitas vezes considerado uma figura mítica. Um artigo de 2005 por Sean Thomas observa que documentos históricos, tais como jornais e diários durante a o periodo quando Sawney Bean era supostamente vivo, não fazem menção de contínuos desaparecimentos de centenas de pessoas. Além disso, observa Thomas inconsistências nas histórias, mas especula que alguma historia verdadeira possa ter inspirado a lenda:

.. De fonte para fonte, a datação precisa da historia de Sawney Bean varia muito: às vezes as atrocidades são ocorridas durante o reinado de James VI (início dos anos 1600]), ao passo que outras versões afirmam os Bean viveram séculos antes. Visto por este angulo, é possível argumentar que a história de Bean possa ter uma base de verdade, mas a data precisa de eventos tornou-se obscura ao longo dos anos. Talvez a data dos assassinatos tenha sido antecipada pelos editores e escritores de folhetins, de modo a tornar a história mais relevante para os leitores... Para aumentar a intriga, sabe-se que o canibalismo era muito comum na Escócia medieval e que Galloway era nos tempos medievais um lugar muito sem lei; talvez nada na da lenda de Bean tenha realmente ocorrido, mas toda historia cresce um pouco mais ao longo do tempo.

Essa história aparece em um catálogo de crimes notórios da Prisão Newgate em Londres. Enquanto alguns historiadores acreditam que Sawney Bean nunca existiu ou que sua história tem sido muito exagerada, a mesma passou a fazer parte do folclore local e faz parte da indústria do turismo de Edimburgo. A caverna em que viviam supostamente os Beans, atualmente é uma atração turística.

Suposta caverna onde viveu a família canibal.
Fonte: Adaptado de Trilha do Medo
          e Wikipedia
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sábado, 31 de janeiro de 2015

Projeto “A NOITE DA PISADEIRA”

Saudações Bizarrinhos!

Hoje eu vou divulgar um trabalho super interessante e muito bom do JK FILMS PRODUÇÕES um parceiro do MMB. 

JK FILMS PRODUÇÕES é uma empresa cinematográfica que consiste em produzir um material áudio/visual onde busca-se valorizar a cultura local e folclórica do meio social. Assim baseando-se na (re) construção das LENDAS com o objetivo de perpetuar e/ou reascender as histórias esquecidas ou que estão sendo substituídas por novas vertentes das histórias culturais e orais.


“ A NOITE DA PISADEIRA”


Sinopse : 
Danni ( Camilla Silva ) e Júlia ( Elizama Domingos) crescem em meio a uma terrível maldição lançada a sua família . Temendo o pior sua mãe Severina (Maria Aparecida) as manda para a cidade na esperança que o mal não as seguisse. Porém a ação da mãe acabou despertando a terrível fúria do espírito e causou uma série de manifestações na região. Tomada pelo medo e atormentada com as “aparições” da PISADEIRA, Danni insiste em relembrar das histórias que ouvia quando ainda era criança a sua irmã Júlia , que desacreditada ignora. A Lenda faz seu percurso do folclore a realidade e ganha as telas em mais uma produção de JK Films.


Prólogo: 
Toda criança cresce ouvindo histórias que seus pais contam, histórias que sempre as tomam em seus sonhos, inquietam e amedrontam um medo que desde cedo alimentam dentro de si. Das mais variadas, uma se destaca. Reza a Lenda, que a Pisadeira é uma mulher de aparência assustadora. Ela e alta e magra possui unhas grandes em dedos compridos. Seu olhar transmite algo de maligno, assim como suas gargalhadas que mostram seus horríveis dentes verdes. A Pisadeira passa grande parte do tempo nos telhados das casas. Após o jantar, quando alguém vai dormir de barriga cheia ela entra em ação. Sai de seu esconderijo e pisa no peito da pessoa, deixando-a em estado de paralisia. Porém, a vítima da Pisadeira consegue acompanhar tudo de forma consciente o que traz grande desespero para a pessoa, pois nada consegue fazer para sair da situação. Existe sempre alguém que tenha uma história de terror para contar, mas essa é tão perturbadora que foi mantida em segredo até agora.



Saiba mais em: JK FILMS PRODUÇÕES
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sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Os assassinatos de Hinterkaifeck



Hinterkaifeck era uma pequena fazenda situada entre as cidades bávaras de Ingolstadt e Schrobenhausen (cerca de 70 km ao norte de Munique), que foi palco de um dos crimes mais bizarros e enigmáticos da história alemã. Na noite de 31 de Março de 1922, os seis moradores da fazenda foram mortos. O assassinato permanece sem solução até hoje.

As seis vítimas foram o fazendeiro e dono da propriedade Andreas Gruber de 63 anos, sua esposa Cäzilia Gruber de 72 anos, sua filha viúva Viktoria Gabriel de 35 anos e seus dois filhos, Cäzilia Gabriel de 7 anos e Josef Gabriel de 2 anos, alem da empregada Maria Baumgartner de 44 anos. Havia rumores de que Josef o filho mais novo de Viktoria poderia ser filho dela e de seu pai Andreas, em uma relação incestuosa.

Poucos dias antes do crime, o fazendeiro Andreas falou aos vizinhos que havia encontrado pegadas na neve que vinham a partir da floresta para sua fazenda, mas não tinha nenhuma de volta para a floresta. Ele também falou sobre os passos que ouviu no sótão e um jornal estranho que encontrou na fazenda. Além disso, as chaves de sua casa tambem tinham desaparecido vários dias antes dos assassinatos, mas nada disso foi relatado à polícia de imediato.

Seis meses antes do crime, a empregada anterior havia deixado a fazenda, alegando que ela era assombrada, e a nova empregada, Maria Baumgartner, chegou na fazenda em 31 de março, apenas algumas horas antes de sua morte.
 

Exatamente o que aconteceu naquela sexta-feira à noite não se pode dizer com certeza. Acredita-se que o casal de agricultores, sua filha Viktoria e a neta Cäzilia, foram de alguma forma todos atraídos para o celeiro, um por um, onde eles foram mortos. O assassino, em seguida, entrou na casa, onde matou Josef, que dormia em seu berço no quarto de sua mãe, e a empregada Maria Baumgartner, no quarto em que dormia também.

Na terça-feira seguinte, 04 de abril, alguns vizinhos foram a fazenda porque nenhum dos moradores da fazenda tinham sido visto há vários dias, o que era bastante incomum. O carteiro tinha notado que a correspondência do sábado anterior ainda estava onde ele havia deixado. Além disso, a jovem Cäzilia não tinha aparecido na escola na segunda-feira, nem no sábado. No dia seguinte,  5 de abril, o médico da corte Dr. Johann Baptist Aumüller realizou as autópsias no celeiro. E foi estabelecido que uma picareta era a provável arma do crime. Os corpos foram decapitados, e os crânios enviados para Munique, onde clarividentes os examinaram, mas sem resultado. A autópsia também mostrou que a menina Cäzilia tinha ficado viva por várias horas após os assassinatos. Deitada na palha, ao lado dos corpos de seus avós e sua mãe, ela tinha arrancado o cabelo em tufos.

A polícia suspeitava que o motivo principal era roubo, e interrogou vários habitantes das aldeias vizinhas, bem como viajantes, artesãos e andarilhos. A teoria era de roubo, no entanto, ela foi abandonada quando uma grande quantidade de dinheiro que foi encontrado na casa. Acredita-se que o criminoso permaneceu na fazenda durante vários dias, pois alguém alimentou o gado, comeu alimento na cozinha, os vizinhos também viram fumaça na chaminé durante o fim de semana, e qualquer um que procurasse o dinheiro teria encontrado.


O inspetor Georg Reingruber e seus colegas do Departamento de Polícia de Munique fizeram imensos esforços para investigar os assassinatos. Mais de 100 suspeitos foram questionados ao longo dos anos. O interrogatório mais recente foi feito em 1986, mas todos foram sem sucesso.

Em 2007, os alunos da Polizeifachhochschule (Academia de Polícia), em Fürstenfeldbruck tiveram a tarefa de investigar o caso mais uma vez com as modernas técnicas de investigação criminal. Eles chegaram à conclusão de que é impossível de resolver completamente o crime depois de passado tanto tempo. e tambem havia falta de uma evidência, pois os métodos de investigação usados ate então eram bastante primitivos. Além da prova perdida e os possíveis suspeitos tambem morreram desde então. No entanto, os alunos foram capazes de identificar uma pessoa como o principal suspeito. Eles não citaram diretamente essa pessoa no relatório, por respeito com os parentes ainda vivos.

As seis vítimas foram enterradas em Waidhofen, onde há um memorial no cemitério. Os crânios nunca foram devolvidos de Munique, depois de perdidos durante o caos da Segunda Guerra Mundial. A fazenda foi demolida no ano seguinte, em 1923, e perto de onde ela ficava existe agora um santuário. Até hoje, muitos pesquisadores continuam a investigar o caso.

Santuário perto do local do ex-fazenda.

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segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Nascimento no Caixão


O "Nascimento no Caixão", ou extrusão fetal pós-morte como é mais conhecido no meio acadêmico, é a expulsão de um feto inviável através da abertura vaginal do corpo em decomposição de uma mulher grávida falecida como resultado do aumento da pressão intra-abdominal de gases. Este tipo de parto pós-morte ocorre muito raramente durante a decomposição de um corpo. A prática de preservação química, em que conservantes químicos e soluções desinfetantes são bombeados para um corpo para repor os líquidos naturais do corpo (e as bactérias que aí residem), fizeram a ocorrência de "nascimento no caixão" tão raro que o tema é raramente mencionado no internacional discurso médico.

Normalmente, durante a decomposição de um corpo humano, bactérias que ocorrem naturalmente nos órgãos da cavidade abdominal (tais como o estômago e intestinos) geram gases como subprodutos do metabolismo, o que faz com que o corpo comece a inchar. Em alguns casos, a pressão dos gases confinados pode espremer o útero, forçando-o para baixo, vindo de dentro para fora sendo forçado a sair do corpo através da abertura vaginal (um processo chamado prolapso). Desse modo se um feto estiver contido no interior do útero ele pode ser expelido do corpo da mãe em um processo que imita o parto normal. 

As principais diferenças estão no estado da mãe e da criança (vivo ou morto) e o mecanismo de entrega: no parto onde a gravida esta viva, as contrações da mãe incentivam a criança a sair do ventre. Já no caso onde a mãe esta morta, a pressão do gás dentro do corpo putrefato da grávida expulsa violentamente o feto morto do corpo da mãe.

Casos como esse foram registrados pelas autoridades médicas desde o século 16, embora alguns casos arqueológicos apresentem provas de sua ocorrência em muitos períodos da história humana. Há numerosos exemplos que demonstram que o nascimento caixão termo é inadequado em muitas circunstâncias. Há também casos em que um feto pode separar-se do corpo da mulher grávida sobre o momento da morte ou durante a decomposição, porque embora os casos não sejam coerentes com os processos descritos aqui, eles não são considerados verdadeiros casos de extrusão fetal pós-morte.

Numerosos casos documentados de extrusão fetal pós-morte foram descritos nas Anomalias compêndio de medicina e Curiosidades da Medicina, publicado pela primeira vez em 1896. O primeiro caso apresentado ocorreu no ano de 1551, quando uma mulher grávida foi julgada e enforcada pelos tribunais da Inquisição espanhola. Quatro horas após a sua morte, e enquanto o corpo ainda estava pendurado pelo pescoço, duas crianças mortas caíram do corpo. Este é incomum para o curto período de tempo decorrido entre a morte e a entrega pós-morte. Como nenhuma informação foi dada em relação a outras circunstâncias ambientais, não está claro se o início de putrefação foi acelerado, ou se outros fatores causais estavam no trabalho. 

Na cidade de Bruxelas, em 1633, uma mulher morreu em convulsões e três dias depois o feto foi expelido espontaneamente. Em Weissenfels, em 1861, extrusão fetal pós-morte foi observado 60 horas após a morte de uma mulher grávida. Outros casos são descritos, embora apenas alguns descrevam a descoberta inesperada de restos fetais após a exumação. A maioria dos casos ocorreu antes do enterro; em alguns deles, o corpo estava no caixão, enquanto em outros casos, o corpo ainda estava em seu leito de morte.

Durante o final do século 19, foram desenvolvidas técnicas de embalsamamento moderno, em que compostos conservantes químicos e desinfetantes são bombeados para um corpo, expulsando fluidos naturais do mesmo, e com eles as bactérias que florescem durante a putrefação e geram os gases que compõem a força ativa que causa a expulsão do feto. No entanto, o fenômeno ainda foi reconhecido pela ciência médica e, em 1904, John Whitridge Williams escreveu um livro sobre medicina obstétrica que incluía uma seção sobre "nascimento caixão". Embora o texto fosse uma importante referência em obstetrícia, o texto chamado de "nascimento no caixão" ou "extrusão fetal pós-morte", foi excluído em sua 13ª edição em 1966, e não foi mencionado na edição publicada em 2009. O assunto foi discutido na literatura médica alemã durante o século 20, embora relatos de casos mais detalhados na literatura forense têm sido publicados recentemente.

Em 2005, o corpo de uma mulher de 34 anos de idade, grávida de oito meses, foi descoberto em seu apartamento em Hamburgo, Alemanha. O corpo estava inchado e sem cor, e, após o exame inicial, verificou-se que a cabeça do feto tinha feito a sua aparição na abertura vaginal. Na autópsia, os médicos legistas descobriram que tanto a cabeça e os ombros do feto tinham surgido, e concluiu que era um caso de extrusão fetal pós-morte em andamento. A mulher, que tinha dado à luz duas vezes antes, havia morrido de uma overdose de heroína. O caso foi incomum e fortuito, para que médicos tenham capacidade de observar e documentar o progresso da extrusão fetal pós-morte.




Em 2008, o corpo de uma mulher de 38 anos de idade, grávida de sete meses, foi descoberto em um campo aberto quatro dias depois que ela desapareceu de sua residência no Panamá. Um saco de plástico havia sido deixado em cima da cabeça, e ela tinha sido amordaçada; tratava-se de um homicídio. O corpo tinha sofrido com o calor tropical e alta umidade, e estava inchado e altamente descolorido. Na autópsia, os restos do feto foram descobertos em roupas íntimas da mulher. Embora o feto estivesse num estado semelhante de decomposição, o cordão umbilical e ainda estava intacto ligado à placenta dentro do útero.



Fontes:Wikipedia 
            http://finslab.com/enciclopedia/
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